O PSICOPATA MORA AO LADO...
O escorpião aproximou-se do sapo, que estava à beira do rio. Como não sabia nadar, pediu carona pra chegar à outra margem. Desconfiado, o sapo respondeu: ''Ora escorpião, só se eu fosse tolo demais. Você é traiçoeiro, vai me picar, soltar o seu veneno e eu vou morrer.'' Mesmo assim o escorpião insistiu, com o argumento lógico de que se picasse osapo, ambos morreriam. Com promessas de que poderia ficar tranquilo, o sapo cedeu, acomodou o escorpião em suas costas e começou a nadar. Ao fim da travessia,
o escorpião cravou o seu ferrão mortal no sapo e saltou ileso em terra firme. Atingido pelo veneno e já
começando a afundar, o sapo desesperado quis saber o porquê de tamanha crueldade. E o escorpião respondeu friamente: -Porque essa é a minha natureza!
Vez por outra, essa fábula surge em minha mente, seja no cotidiano ou através do acompanhamento das notícias diárias, pelos jornais e TV.
A idéia de escrever sobre PSICOPATAS surgiu em razão do momento violento, desumano e marcado por escândalos que nos abatem, mas também serve como um alerta aos desprevenidos, quanto à ação destruiora desses indivíduos. Quando pensamos em psicopatia, logo nos vem à mente um sujeito com cara de mau, truculento, de aparência descuidada, pinta de assassino e desvios comportamentais tão óbvios, que poderíamos reconhecê-lo sem pestanejar. Iso é um grande equívoco.
Para os desavisados, reconhecê-los não é uma tarefa tão fácil quanto se imagina. Os psicopatas enganam e representam muitíssimo bem. Seus talentos teatrais e seu poder de convencimento são tão impressionantes que chegam a usar as pessoas, com a única intenção de atingir seus sórdidos objetivos. Tudo isso sem qualquer aviso prévio, em grande estilo, doa a quem doer.
Mas quem são essas criaturas tão nocivas? Saõ pessoas loucas ou pertubadas? O que fazem, o que sentem? Como e onde vivem? Todos são assassinos?
Este livro discorre sobre pessoas frias, insensíveis, manipuladoras, perversas, transgressoras de regras sociais, impiedosas, imorais, sem consciência e desprovidas de sentimento de compaixão, culpa ou remorso.
Esses ''predadores sociais'' com aparência humana estão por aí, misturados conosco, incógnitos, infiltrados em todos os setores sociais. Mas definitivamente, não são como a maioria das pessoas: Aquelas a quem chamaríamos de ''pessoas do bem''.
Em casos extremos, os psicopatas matam a sangue-frio, com requintes de crueldade, sem medo e sem arrependimento. Porém, o que a sociedade desconhece é que os psicopatas, em sua grande maioria, não são assassinos e vivem como se fossem pessoas comuns. Eles podem arruinar empresas e famílias, provocar intrigas, destruir sonhos, mas não matam. E, exatamente por isso, permanecem por muito tempo ou até uma vida inteira, sem serem descobertos ou diagnosticados. Por serem charmosos, eloquentes, ''inteligentes'', envolventes e sedutores, não costumam levantar a menor suspeita, de quem realmente são. Podemos encontrá-los disfarçados de: RELIGIOSOS, BONS POLÍTICOS, BONS AMANTES, BONS AMIGOS. Visam apenas o benefíio próprio, almejam o poder e o status, engordam ilicitamente suas contas bancárias, são mentirosos, parasitas, chefes tiranos, pedófilos, líderes natos da maldade. A realidade é contundente e cruel, entretanto, o mais impactante é que a maioria esmagadora, está do lado de fora das grades.
Prepare-se, porque certamente você conhece, já ouviu falar ou convive com um deles.
quinta-feira, 3 de março de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
O evangelho segundo o espiritismo-Capítulo XIII-9
A caridade moral, consiste em se suportar uns aos outros e é o que menos fazeis nesse mundo inferior, onde estais encarnados no momento. Há um grande mérito, crede-me, em saber se calar, para deixar falar um mais tolo e ainda aí está um gênero de caridade. Saber ser surdo quando uma palavra de zombaria escapa de uma boca habituada a escarnecer, não ver o sorriso de désdem, que acolhe a vossa entrada, entre pessoas que, frequentemente, erradamente, se crêem acima de vós, enquanto que, na vida espírita, a única real, estão algumas vezes bem longe disso, eis um mérito, não de humildade, mas de caridade, porque não anotar os erros de outrem é caridade moral.
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